Apesar dos altos e baixos a época, a Fórmula 2019 E foi positiva voltou aos lugares de destaque:
“Voltei a ter argumentos para me voltar a cotar como um piloto de topo e lutar com os melhores. Deu para colocar o meu nome onde eu acho que deve estar e abriu-me portas para novas oportunidades, como esta que surgiu.”
Depois de tantos anos Félix da Costa leva na mala muitas recordações. A entrada no DTM foi uma das mais marcante:
“Uma das melhores recordações no meu tempo com a BMW será a minha primeira corrida no DTM. Vinha de uma fase um pouco negra da minha carreira, tinha acabado de falhar a entrada na F1 e de repente nesse fim de semana voltei a divertir-me nas corridas. Era rookie, sem nada a provar, fui à Q3 e estive perto de fazer a melhor estreia de sempre. Lembro -me de ter saído desse fim de semana muito contente e sempre com muito apoio da marca. Mas curiosamente foi também no DTM que tive alguns dos momentos piores, fins de semana em que estava a levar um segundo ou mais, completamente perdido no “set up” do carro sem grandes ajudas de ninguém. Não foi fácil ter mais seis ou sete colegas de equipa em que três eram alemães. Não estava habituado a isso e com equipas de dois pilotos mesmo quando um está bem, há muita vontade de ajudar quando o outro não está ao mesmo nível. Por vezes foi difícil sair de uma serie de maus resultados mas também aprendi muito com isso. ”










