Bruno Michel, diretor-geral da GP2, confirmou que a GP2, o último degrau de acesso à Fórmula 1, vai ficar mais próximo com a disciplina de topo do desporto automóvel, adotando motores V6 turbo na próxima geração do monolugar construído pela Dallara.
Michel pretende dar mais relevância ao campeonato, depois da passagem direta de pilotos como Max Verstappen e Lance Stroll da F3 para a F1. Com aerodinâmica e motores mais próximos, a GP2 voltaria a ser a melhor maneira de poder treinar sensações próximas das de um F1. O organizador não está, no entanto, interessado em adotar pneus iguais nem em introduzir sistemas híbridos, para não aumentar desmesuradamente os custos, uma preocupação constante para manter as grelhas com a dimensão atual.
Com a entrada em cena dos novos regulamentos para 2018, será a primeira vez que a Dallara introduz um novo design desde 2011. O Dallara de 2005 e o de 2008 tiveram apenas três anos de vida, mas o GP2/11 teve o seu ciclo de vida ampliado para evitar gastos adicionais com a compra de carros novos.










