A FIA anunciou os objetivos técnicos para o que pretende ser a nova Fórmula 2. A federação quer estabelecer um caminho direto para a F1, começando na F4, passando pela F3 e F2 antes de chegar à disciplina máxima do desporto automóvel. Para já, a GP2 é a única interessada em ficar com os direitos da nova Fórmula 2.
Nestas condições, não é surpreendente que o projeto da FIA seja apenas ligeiramente diferente do que a GP2 é atualmente. Portanto, o motor deverá continuar a gerar cerca de 600 cv, ainda que a FIA insista num sistema híbrido (para os piloto treinarem o uso do KERS), com as mesmas caixas de sete velocidades da F1.
O novo carro deverá ser ligeiramente mais leve (670 kg contra 688, com piloto), ligeiramente mais compacto e atingir velocidades da ordem dos 340 km/h num circuito com baixa carga aerodinâmica (ou seja, Monza). Um fim de semana de provas deverá ter uma distância maior (600 a 700 km, contra 500 do conjunto atual de treinos e corridas), mas os custos por época deverão ter um valor máximo de 1,5 milhões de euros, cerca de 10 por cento a menos. Ao mesmo tempo, para correr na F2, a FIA vai exigir apenas a licença internacional B, contra a A da F1.









