Algarve Classic Festival, CNCC/CNCC 1300: João Macedo e Silva impôs o Porsche
Depois dos problemas que teve na primeira corrida, João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) venceu a segunda corrida dos Clássicos, mas teve uma boa oposição de Joaquim Jorge (Ford Escort).
No arranque, o piloto do Porsche partiu como uma bala, da sexta posição da grelha e na curva cinco, o gancho, já estava a discutir o primeiro posto com Joaquim Jorge (Ford Escort) e Rui Alves (Ford Escort).
Ainda na primeira volta o Porsche ditou a sua lei e Macedo e Silva colocou-se na frente da corrida, depressa ganhando alguma vantagem, ficando desde logo a corrida praticamente decidida no que à vitória entre os H75 e geral dizia respeito. Joaquim Jorge e Rui Alves ficavam a discutir o segundo posto, não muito longe do Porsche, mas a uma distância, controlada. Joaquim Jorge ganhou alguma vantagem, mas Alves nunca o deixou fugir demasiado
Mais para trás, à terceira volta, Jorge Cruz (BMW 323i) comandava os H81, e liderava também um grupo animado, em que Alexandre Guimarães lutava com Joaquim Soares e levava a melhor, numa luta de Lotus Elan. Guimarães era o líder do Grupo 5 e Joaquim Soares era o melhor dos H71. Pouco depois, na curva três o motor do Lotus de Soares “calava-se” e perdia várias posições, já só lhe restava tentar recuperar. Conseguiu chegar a 13º
Alexandre Guimarães subiiu para quarto por troca com Jorge Cruz que ainda ia perder mais um lugar para Duarte Fraga, que viria a vencer o Grupo 5, depois de ultrapassar Alexandre Guimarães. Problemas de autoblocante do BMW de Cruz explicavam o desempenho menos bom na segunda metade da corrida, mas mesmo assim, não perdeu o primeiro lugar dos H81. Fernando Xavier (WV Sirocco) era segundo dos H81.
No Grupo 1, Pedro serrador (BMW 323i) era o homem do momento e João Vieira (Karmann Ghia) ganhava nos H65. Francisco Pinto perdeu uma roda do BMW 2002 e isso motivou a entrada do Safty Car. A prova terminou sem que o veículo de segurança saísse da pista.
CNCC 1300
Filipe Nogueira (Morris Mini 1275 GT) foi o homem do início da corrida. Colocou-se na frente e deixou Arnaldo Marques (Datsun 1200) e Luís Alegria (Datsun 1200) a discutirem o segundo posto.
À quinta volta Arnaldo Marques subiu para primeiro, por troca com Filipe Nogueira e de seguida foi a vez de Luís Alegria apanhar Nogueira e passá-lo. A partir de meio da corrida era o tempo de Luís Alegria lançar o ataque. Começou a cobiçar a liderança de Arnaldo Marques e depois passou para primeiro, posição em que viria a terminar a prova. Simultaneamente era o vencedor dos H75. Arnaldo Marques, a nove décimas de Alegria, era segundo, melhor dos H71 e trazia Nogueira a duas décimas.
Em termos de classificação seguiam-se: João Braga (Datsun 1200), Fernando Charais (Datsun 120Y) e José Fafiães que com um motor que não andava montado no Datsum 1200, não conseguia ir mais além. Recorde-se que na sexta-feira partiu e nas corridas nunca teve o motor verdadeiramente competitivo.
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