Determinado em somar os primeiros pontos esta época, o portalegrense preferiu agora adaptar “uma toada bem mais defensiva, face à maior extensão desta baja e também porque estava algo apreensivo em relação ao desgaste excessivo dos pneus”. E se bem o pensou, melhor o fez, vendo a táctica surtir o efeito desejado, mesmo se beneficiando positivamente do posterior abandono de João Belo, no decurso do segundo e mais longo sector da prova, quando o vencedor da jornada inaugural, então já destacado no comando da corrida, cometeu um erro e saiu de estrada, colocando um ponto final na auspiciosa estreia que vinha protagonizando na mais competitiva Nissan Navara que alugou à equipa Prolama, em substituição do anterior Terrano II, face à mais recente interpretação que a FPAK fez do regulamento desta categoria.
A partir daí, livre de qualquer oposição, Nuno Matos limitou-se a gerir a vantagem até final, concluindo a prova com quase 20 minutos de vantagem sobre Francisco Gil, também em Nissan Terreno II, o agora novo líder do campeonato: “Perdemos muito tempo no sector mais longo, devido ao risco de ficarmos sem combustível. Sem hipóteses de apanhar o Nuno, cumprimos a última etapa tranquilamente para segurar este segundo lugar”. Completando a tripla dos Terrano II no pódio, Virgílio Valadas foi um distante terceiro classificado da classe, ocupando agora idêntica posição no campeonato.












