Ricardo Porém fez, na passada semana, o seu segundo Rali de Marrocos. O piloto, ao volante de uma Toyota Hilux, começou a prova com um resultado de nota, sendo quinto na primeira etapa. Durante o rali acabou por cimentar o sétimo lugar da geral, e melhor privado, posição que só não foi sua devido a um incidente no último dia “quando seguia no pó do piloto que saiu à minha frente, apanhei duas lombas seguidas e acabei por capotar. Mas tanto eu como o Jorge Monteiro ficámos bem”.
“Considero que, excepto a última etapa, foi um Rali de Marrocos bastante positivo, onde consegui andar sempre entre os mais rápidos e contra pilotos que têm muito mais experiência que eu, uma vez que era a segunda prova que fazia no deserto, e apenas tinha testado dois dias antes”, salientou.
Para o piloto de Leiria “o sétimo lugar acabou por se traduzir em experiência e não no resultado final, eu era o primeiro piloto privado e todos os carros à minha frente eram de equipas de fábrica. A minha Toyota Hilux é a versão de 2012, é um excelente carro, mas todos os da frente são mais evoluídos, são as versões de última geração e que vão ao próximo Dakar”.
Quanto à experiência de ter estado de perto com pilotos com Loeb e Hirvonen, “idealizamos sempre uma coisa… que eles são sempre pilotos de outro planeta, mas acima de tudo são pessoas extremamente humildes e de um trato fácil”.









