Continuando a demonstrar que tem um bom andamento mas confirmando igualmente que neste Dakar está “escrito” que será perseguido pelo azar. Desta feito, Ricardo Leal dos Santos voltou a sentir problemas numa etapa em que chegou a cotar-se como um dos mais rápidos no sector selectivo.
“Já sabia que não ia ser fácil fazer ultrapassagens porque a parte que restou para ser feita ao cronómetro era uma zona típica de rali (ndr – aproveitava troços do Rali da Argentina do WRC) com zonas encadeadas entre arvoredo. Foi assim ao longo de mais de 100 quilómetros, a maior parte dos quais fiz atrás do Toyota do Chabot que teima em não me deixar passar.”
“Por mais que o Pedro assinalasse a nossa presença com o sentinel ele mantinha-se impávido à nossa frente”, salienta Ricardo Leal dos Santos que acrescenta: “Mas esse nem foi o pior dos problemas já que a cem quilómetros do final ficámos sem travões e então é que tudo se complicou. Tinha só o travão de mão mas não queria abrandar muito para não fazer um tempo demasiado modesto. Apanhei dois valentes sustos que felizmente não passaram mesmo disso: sustos. Amanhã é o penúltimo dia de prova mas não vai ser fácil voltar aos lugares da frente. Vamos tentar”., referiu.













