De acordo com Etinenne Lavigne, a Amaury Sport Organization (ASO) estará já em negociações com os governos da Tunísia, Líbia e Egipto para um hipótetico retorno ao continente africano, num trajecto muito semelhante ao que foi ensaiado este ano pela NPO durante o Rali da Tunísia.
A televisão pública espanhol (TVE) anunciou mesmo que já se realizaram os primeiros reconhecimentos no terreno. Evitando qualquer regresso a países mais problemáticos em matéria de segurança, como Marrocos, Mauritânia e, por consequência, o próprio Senegal, a mesma fonte admite que o final da prova poderia ser transferido para o Qatar ou Emirados Árabes Unidos, já que é condição obrigatória a chegada ser junto a uma cidade portuária. Mais problemático será escolher um ponto de partida na Europa, pois se algumas notícias sugerem as cidades de Castellón (Espanha) ou Marselha (França) como hipóteses mais prováveis, advinha-se que a João Lagos Sports tentará fazer valer o acordo com a ASO para uma nova partida de Portugal logo o Dakar regresse efectivamente a África.












