É sobretudo nas motos que se centram as grandes novidades para a próxima edição do Dakar. As grandes cilindradas foram abolidas a favor das 450 cc, mais leves, económicas (combustível) e acessíveis.
Assim, marcas como Aprilia, Sherco ou Beta juntam-se às já habituais KTM, Yamaha, Honda e BMW. Menos percetível é o novo sistema de ‘way points’ escondidos pelos quais os concorrentes têm que passar sob pena de (fortes) penalizações.
O funil apertou-se! Se até ao ano passado podiam encontrá-los num raio de 3 quilómetros, este ano só se estiverem a… 800 metros é que os vão poder detetar! Ou seja, a navegação assume protagonismo.
Em termos de segurança, seis das etapas vão ter percursos diferenciados para carros, motos/quads e camiões, permitindo às motos passar em segurança por zonas mais técnicas e aos camiões abrirem uma especial, mais perto do final da prova.











