Miguel Barbosa, navegado por Carlos Jorge Mendes aos comandos de um Polaris, foi forçado a abandonar a quadragésima edição da Baja Portalegre 500 durante o terceiro setor seletivo, depois de ter concluído o segundo troço na segunda posição da competição automóvel.
O abandono ocorreu na sequência de uma falha mecânica no decorrer da derradeira tirada da prova alentejana. “Infelizmente a Baja Portalegre 500 terminou para nós mais cedo. Saltou-nos uma roda perto do quilómetro 100”, explicou o piloto.
A equipa tinha iniciado o último setor com o objetivo de recuperar o atraso acumulado devido aos constrangimentos provocados pela visibilidade reduzida. “Tínhamos entrado neste derradeiro troço para tentar recuperar um pouco daquilo que tínhamos vindo a perder devido ao pó. A verdade é que nos conseguimos desembaraçar bem. Vínhamos com a pista limpa só que furámos e, portanto, todo esse esforço foi por água abaixo”, detalhou Miguel Barbosa.
O contratempo inicial obrigou a uma paragem para substituição do pneumático, condicionando o desenrolar da prova. “Mudámos a roda, passámos dois concorrentes e depois voltámos a estar mergulhados outra vez no pó. Passados 30 km saltou-nos a roda. Certamente teve a ver com algo que não ficou bem devido ao furo. Acabou-se aqui a participação nesta Baja, que esteve enguiçada desde o início”, acrescentou.
No balanço final da participação, o piloto manifestou total insatisfação com o desfecho da prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal. “Agora é olhar para o que não correu bem e preparar o futuro. Esta participação, de facto, não foi de todo do meu agrado e, portanto, saio daqui muito pouco satisfeito com o desenrolar da prova e como tudo aconteceu. Mas, as corridas são assim. Agora é levantar a cabeça e preparar o futuro”, concluiu Miguel Barbosa.











