Desde que o Dakar rumou à América do Sul que só por uma vez o Dakar não teve o nome Patronelli inscrito entre os vencedores na categoria dos Quads. O feito foi conseguido pelo checo Josef Machácek, que em 2009 venceu a competição reservada aos pequenos quadriciclos. Quer fosse Alejandro (2011 e 2012) ou Marcos (2010 e 2013) foi sempre a célebre família a levar de vencida a prova. A jogar em casa, e mesmo quando estiveram em apuros, as coisas acabaram sempre bem para os Patronelli. E este ano não deverá ser exceção, já que Marcos Patronelli volta a representar a família. Até quando continua motivado?
Entre os 60 por cento de pilotos sul-americanos inscritos para esta prova, muitos são os candidatos aos restantes lugares do pódio, com o chileno Ignacio Casale à cabeça, ele que foi segundo o ano passado. Lucas Bonetto (4º em 2013) é outro dos pretendentes. Mas esta corrida é sempre imprevista, e por isso ninguém está arredado da vitória à partida, especialmente o polaco Rafal Sonik, terceiro o ano passado. Outro bom exemplo é o holandês Sebastian Husseini, que liderou em 2013 a prova nos primeiros cinco dias, mas teve problemas e terminou apenas em sexto. Portanto, por aqui se prova que há muitos pilotos com andamento para o pódio, mas a verdade é que este evento precisa muito mais do que isso, por exemplo, pneus milagrosos que caiam do céu para salvar algum piloto em apuros ‘pneumáticos’.












