Filipe Campos, recordista de vitórias da Baja Portalegre 500 nos automóveis, navegou o filho, Tomás, num Can-Am. As coisas não lhes correram bem, abandonaram com problemas no diferencial, mas o importante foi participar, pois a baja de Portalegre 500 é, e será sempre especial.
Depois de cinco vitórias em Portalegre e quatro títulos de campeão nacional, Filipe Campos regressou ao local onde se iniciou no todo-o-terreno, em 1987: “o balanço não é positivo porque partimos o diferencial ao km 70, mas o regresso a Portalegre é sempre um prazer, vim navegar o Tomás, do lado esquerdo é melhor, mas acho que me safei” começou por dizer, explicando depois o que significa Portalegre: “fiz a primeira em 1987, é uma prova mítica, cheia de gente, somos muito bem acarinhados, a prova é boa, bem organizada, somos bem tratados, fica na minha memória”, disse, explicando depois o que era e o que é: “além do tempo ser quase sempre uma incerteza é sempre uma prova muito difícil, mas é Portalegre. Dantes eram 500, 600 Km em linha, hoje com troços de 150 km é sempre a fundo, mas que Portalegre é uma prova super especial, é”, concluiu falando também, depois da evolução do TT em Portugal: “tenho acompanhado, tenho experimentado os carros, é uma evolução enorme, enorme, principalmente a nível da suspensão. Já ganhei num Mini, que era espetacular na altura, agora é muito melhor, mas também muito maior, e temos zonas aqui em Portalegre que para aquele carro não é fácil metê-lo lá dentro, mas temos aí um piloto de craveira mundial que nos vai dar muitas alegrias, o João Ferreira!











