A penalização atribuída no final da Baja 500 Portalegre a António Maio, depois do piloto da Yamaha YZ 450F inscrita pela equipa Yamaha Pinhelworks Ray Just Energy ter sido o mais rápido no final dos 352,19 quilómetros da derradeira etapa da prova, está a ser analisada pela equipa, tendo em vista a sua contestação nos locais adequados. A penalização decidiu a vitória na prova e o título nacional de TT em motos, que foi revalidado por Mário Patrão.
Os cinco minutos de penalização foram atribuídos pelo colégio de comissários desportivos por alegadamente António Maio não ter parado num dos três controlos de passagem existentes ao longo do percurso, de acordo com indicações dadas pelos controladores de posto. O diretor de prova informou ainda o piloto que, de acordo com as indicações que lhe tinham sido fornecidas, Maio teria passado entre dois pilotos parados no referido controle, o nº59 e o nº 83, pondo ainda em causa a integridade física do controlador. Situação que o piloto alentejano refuta perentoriamente: “Ao contrário do que foi afirmado no relatório, não só parei como ainda senti o toque no ombro por parte do controlador como é habitual nestas circunstâncias e foi com muito espanto que cheguei ao final da corrida e fui confrontado com uma afirmação dessas. Em pista fui o mais rápido como toda a gente viu e venci com inteira justiça. É de lamentar que a corrida e o título sejam decididos nas secretaria mas vamos tentar por todos os meios que estiverem ao nosso alcance que a verdade seja reposta, porque está também em causa o meu bom nome e o da equipa”, salientou António Maio.












