Ricardo Leal dos Santos e Maykel Justo, ao volante de uma Nissan Navara V8 da equipa BAMP, terminaram o África Eco Race no 15º lugar, 12º entre os autos. Para o português este foi um regresso a África para se estrear numa prova que foi do seu agrado, apesar dos contratempos. “A enorme satisfação de estar aqui neste lugar tão carismático para os apaixonados pelo todo-o-terreno e depois de ter cumprido uma das mais duras competições de todo-o-terreno, senão mesmo a mais dura de todas em que participei”, afirmou.
“Esta prova teve para nós duas faces distintas. Uma menos positiva que aconteceu nos primeiros dias de corrida em que um problema no sistema de embraiagem motivado por lixo que entrou e que tornou a deteção do problema bastante complicada e que prejudicou definitivamente as nossas ambições desportivas. E outra muito positiva, que nos deu excelentes indicações, na medida em que, ultrapassado esse problema, passamos a ser regularmente dos carros mais rápidos em prova”, acrescentou Leal dos Santos.
A dureza extrema da prova mereceu ainda da parte de Ricardo Leal dos Santos uma referência final. “Na minha carreira desportiva enfrentei sempre muitos e grandes desafios. Este foi mais um deles. Foi um Dakar à moda antiga onde tivemos de nos superar para ultrapassar enormes dificuldades. Se por vezes isso nos impediu de sermos mais bem-sucedidos desportivamente, por outro lado deu-nos um enorme prazer já que, com a ajuda impecável do Maykel e o trabalho dedicado e muito eficaz de toda a nossa equipa de assistência podemos juntar ao nosso palmarés mais uma participação plena numa grande maratona de todo-o-terreno”.











Fraquinho como sempre
O Senna da Silva é que não é fraco.
Não corre em lado algum, portanto não corre o risco de ser fraco.