Em 2016 Paulo Fiúza voltou a navegar Carlo Sousa no Dakar. A prova não teve o desfecho pretendido já que na 5ª etapa a dupla foi obrigada a desistir ao ver o seu Mitsubishi ASX Racing cair num buraco, após uma saída de estrada. Fiúza, que conta já com uma década de participações na mítica maratona, esteve à conversa com o AutoSport sobre a sua mais recente participação na mais dura prova de todo-o-terreno do mundo. Uma entrevista que é dada à estampa na próxima edição do AutoSport, que chega às bancas na próxima terça-feira.
Aqui fica um excerto: “Os ‘rally men’ surpreenderam-me todos pela positiva. Em particular o Sébastien Loeb, de quem já era e ainda fiquei mais fã. Sabendo eu da dureza do Dakar, ele chegar na primeira edição e fazer o que fez, foi um excelente trabalho.” Ainda assim, em termos humanos, Portugal não fica a dever em nada aos demais países. “Os portugueses são os melhores. Se nos dessem os meios que dão a outros, ainda éramos melhores. Somos mais práticos, desenrascados e não é por acaso que vemos na MINI, na Toyota, mesmo na Peugeot, um grande quantidade de portugueses.”












