Giniel de Villiers terminou mais uma vez o Dakar no pódio, sendo terceiro. Do plantel o sul-africano é dos que melhor saber aliar com mestria rapidez e regularidade, prova disso são os cinco pódios nas últimas seis edições da prova, tendo um carro em mãos, a Toyota Hilux, inferior aos MINI e, agora também, aos Peugeot.
Mas como tão bem sabe, a sua regularidade em prova acaba por fazer os resultados aparecerem. ”No Dakar a chave é sermos consistentes. Devemos sair para a pista e ter um dia razoável, terminarmos e sermos perseverantes. Se somarmos tudo isso e o fizermos bem, podemos estar no pódio. Há vezes em que não podemos estar na frente, mas devemos ser consistentes, porque tudo isso nos permite alcançar resultados importantes.”
Para o piloto, “é bom estar no pódio. Se terminamos no pódio devemos ficar felizes porque não é fácil alcançá-lo. Fizemos um grande carro graças aos muitos meses de trabalho, mas considero que necessitamos de começar a trabalhar nele para o melhorarmos, especialmente em velocidade. Na primeira semana não fomos capazes de manter o ritmo dos outros, mas nas dunas tínhamos uma grande capacidade de lutar. Necessitamos de ser consistentes em todo o terreno e não em um em particular. Fomos superados pelos motores turbo dos MINI e Peugeot. São muito bons, por isso temos que trabalhar nesse ponto”, finalizou.










