“Não foi uma surpresa porque é um pouco o ritmo normal da vida de um construtor numa competição. Um construtor apresenta a sua tecnologia, o seu novo veículo, para mostrar que ele pode ganhar e, quando ganha duas ou três vezes, é hora de fazer outras coisas numa outra competição. Desta forma, conhecemos a Volkswagen, a Citroën, a Toyota, a Mitsubishi e agora a Peugeot, é um pouco do ciclo de vida normal de um construtor”, disse Lavigne ao Motorsport.com.
Sobre as possibilidades do Dakar seduzir outros construtores, Lavigne mostra confiança: “Eu acho que sim, é sempre uma decisão estratégica de um construtor vir a investir numa competição como o Dakar”.








