Carlos Sainz chega a meio do Dakar na frente da classificação geral com um colega de equipa, Mattias Ekstrom a 20 minutos e o principal rival, Sébastien Loeb a 29m31s. Outros três fortes rivais, Yazzed Al-Rajhi, de fora, Nasser Al-Attiyah a quase três horas e Stéphane Peterhansel a mais do que isso. Nada está ganho, faltam seis etapas, mas a candeia que segue na frente alquimia duas vezes…
Já se sabia que a primeira semana do Dakar seria, teoricamente, mais dura, pelo que se espera que na segunda semana existam menos problemas. Por isso, vamos ver se quatro anos depois do último triunfo, ainda com a Mini, se será desta, aos 61 anos: “Tem sido um rali difícil até agora, em que não conseguimos recuperar o fôlego nem por um momento. No meio da poeira de vários concorrentes, ficámos várias vezes em situações críticas nos primeiros dias”, afirmou Sainz, três vezes vencedor do Dakar. “Por isso, é ainda mais agradável o facto de termos assumido a liderança na etapa Chrono 48H. Mas isso ainda não significa nada, porque ainda só estamos a meio da prova.”












