Rui Oliveira e Fausto Mota Fausto são amigos de infância e ambos competiram anteriormente no Dakar, nas motos. Rui Oliveira, duas vezes (2011, 217) e Fausto Mota cinco vezes (2011, 2017, 2018, 2019 e 2020).
E tal como sucedeu a muitos dos seus colegas motards, foram tentados a correr de SSV, no caso na classe T4. Juntos, a título de preparação, competiram este ano no CNTT, Fausto Mota ganhou experiência extra de navegação no Rali dos Sertões deste ano, e noutras corridas em Portugal. Para o seu primeiro Dakar em quatro rodas, as suas ambições são modestas e se conseguirem levar o seu Can Am Maverick até ao fim, ficarão mais do que felizes: “Vou participar agora de SSV para prestar uma homenagem ao meu irmão Nélson, que era um apaixonado pelos SSV e Todo-o-Terreno, e era uma coisa que ele gostaria de ter feito e não chegou a concretizar esse sonho. Quero prestar uma grande homenagem ao meu irmão, que bem merece, pois era um grande apaixonado por África, pelo deserto, pela navegação”, começou por dizer Rui Oliveira, que vai correr no Dakar com um Can Am T4 South Racing: “com a minha própria estrutura que sempre me acompanhou nos grandes ralis”, disse.
Quanto à CRN Competition, que também corre nos ralis, esteve um pouco ‘desligada’ na sequência da morte de ‘Né’ Oliveira: “penso que novos projetos estão na manga”, disse Rui Oliveira que tem como objetivos para este Dakar chegar ao fim: “Sim, terminar o rali, levar o carro até ao fim e tentarmos usufruir da corrida, passarmos bons momentos, e aproveitar também para desligar um pouco de tudo o resto, porque tanto eu como o meu navegador não temos experiência nem quilómetros feitos que nos possam fazer ter outra ideia quanto a resultados. vamos tentar usufruir da corrida, e não o contrário, pois esse tempo, de andarmos nessas batalhas já foi na altura das motos”, concluiu.











