Luís Portela Morais e David Megre estreiam-se de SSV no Dakar, depois de já o terem feito de moto. A experiência bem sucedida no Rali de Marrocos deixa boas indicações, mas o Dakar é algo completamente diferente: “É um regresso que nós muito sonhávamos depois de termos participado de moto. Em 2018 começámos a correr de SSV no nacional, nesse ano fomos ao Rali de Marrocos, correu-nos otimamente, ficamos com o bichinho de voltar ao Dakar, e este ano conseguimos reunir as condições. Agora vamos ver o que acontece” começa por dizer Luís Portela Morais, que considera o Dakar: “a corrida mais fascinante do mundo” assegurando que está agora bem melhor preparado do que quando caiu em 2017, ainda no tempo das motos: “estava muito mal preparado mentalmente, e senti essa falta de preparação psicológica”.
Agora nos SSV tudo se passa “mais em equipa” e por isso o regresso: “o Dakar tem que se viver. Independentemente do resultado, queremos chegar ao fim”, disse, pois entende que “os SSV são a categoria que nos permite acabar o Dakar com mais facilidade. Os SSV são carros que em caso de problemas, são fáceis de reparar, e isso vai-nos permitir atingir o nosso objetivo”. Ao lado, leva David Megre, alguém em quem confia a 1200%: “o David tem experiência de leitura de terreno, e tem mais tempo para me dar as notas. Acho que é uma grande ajuda, a experiência das motos, para quem vai de SSV” disse o piloto que tem um acordo com a South Racing para o Dakar: “temos a nossa própria estrutura, somos cinco, mas com o apoio da South Racing. O nosso carro vai com zero quilómetros, mas é um chassis que já foi usado”.












