Depois de ter ascendido ao 6º lugar Challenger, Luís Portela Morais viu-se impedido de completar a 7ª etapa do Dakar Rally não tendo mesmo arrancado para o setor seletivo de 418 km da etapa que partia e chegava a Al Duwadimi. Problemas na caixa de velocidades do protótipo G-ECKO, que é navegado por David Megre, levaram a dupla do bp Ultimate Adventure Team a ver-se impedida de prosseguir em prova.
“Hoje de manhã, quando estávamos a sair do bivouac vimos que o carro estava a perder muito óleo da caixa de velocidades. Voltámos para trás. Tentámos arranjar uma solução, mas durante a ligação, fui verificando que a temperatura da caixa de velocidade estava muito alta e quando chegámos ao início da especial para arrancar, o carro já estava sem óleo na caixa. Decidimos não arrancar a agora já estamos de novo no bivouac”, explicou Luís Portela Morais: “Seja o que se venha a decidir, já não vou conseguir terminar o Dakar classificado, mas eu tenho de estar para já contente e orgulhoso pelo que consegui fazer até aqui.
Vim para este Dakar depois de, no ano passado, ter tido uma doença muito grave. Só o facto de ter conseguido estar aqui e ter feito estas sete primeiras etapas já foi muito importante. Acresce que estive sempre na luta pelos primeiros lugares e esta manhã iria partir ocupando o 6º lugar Challenger, o que era fantástico e quase impensável, pilotando ainda para mais o único carro de pneu 30. Vamos aguardar pelas decisões da equipa e continuar a evoluir, aprender e planear o futuro”.










