Sébastien Loeb disse ontem que a decisão dos comissários: “é difícil de engolir”, alegando que acredita na sua equipa e que a decisão não se baseia em argumentos sólidos: “A nossa equipa apresentou provas de que o rollbar ainda estava sólido e confio plenamente neles. Mesmo visualmente, é possível ver que a segurança não foi comprometida. Por isso, sim, é difícil de aceitar. “
O problema de Loeb e da Dacia é que a FIA não pensa o mesmo.
Jérôme Roussel, diretor dos ralis regionais e cross-country da FIA, explicou ao Dirtfish que a parte danificada era uma das barras laterais do rollbar, considerada uma das quatro mais importantes para a homologação de segurança e que qualquer dano no rollbar, como um tubo curvado, que existia no Dacia após o capotanço, resulta na desclassificação, pois o rollbar não pode ser reparado no local.
Jérôme Roussel admite ainda que é difícil definir um critério objetivo para a curvatura aceitável de um tubo curvado do rollbar. Para que possamos perceber melhor, quando dobramos um qualquer tudo de metal, qual é o ponto em que determinada força não faz ceder o tubo. Para a FIA, na dúvida, desclassifica-se porque a segurança não é ‘negociável’. É duro, mas mais vale assim do que haver um posterior acidente com consequências graves…












