Tal como tem sucedido com outros pilotos, a questão da competitividade dos T3/T4 começa a preocupar o plantel do Todo-o-Terreno que utiliza carros ‘convencionais, como os T1, Plus ou ‘normais’.
Se no Dakar e nas provas do Mundial de Todo-o-Terreno a questão não se coloca, devido ao tipo de provas, globalmente muito rápidas, ‘entremeadas’ por zonas mais sinuosas, a verdade é que nas ‘Bajas’, cujos percursos são muito diferentes do Dakar, as coisas são bem diferentes e os T3/T4, mais pequenos e mais leves, dão cartas em provas mais sinuosas e técnicas, tal como sucedeu recentemente em Portalegre.
Ora, tendo em conta que não só os orçamentos são bem distintos, como o público, maioritariamente gosta bastante mais dos carros convencionais do que os Challenger ou SSV, esta é uma questão que começa a preocupar não só alguns concorrentes, como boa parte do público.
João Ramos é um dos que – naturalmente, pois tem uma T1+ – acha que a FIA deve intervir, como parece ir suceder. Segundo nos revelou João Ramos, a FIA está ciente do problema e, ainda não para já (provavelmente referindo-se a 2025), mas irá regular de forma diferente no futuro próximo.










