Após 447,62 quilómetros cronometrados, João Dias e João Miranda ficaram a 21,7s da dupla vencedora, João Ferreira/David Monteiro, mas não muito longe da meta, ainda lideravam. Uma mudança repentina na tipologia do piso, que deixou de estar tão enlameado e mais favorável ao seu T3, para se tornar mais seco, deu aos vencedores da prova a oportunidade que precisavam para recuperar o tempo que até ali tinham perdido.
Com um T3 mais leve, melhor na lama, mas com menor velocidade de ponta do que os T1, quando o piso secou, a história mudou. “O resultado foi espetacular e o João Ferreira mereceu a vitória, dou-lhe os parabéns. Eu fiz o que me foi possível. A 60 km do fim sabia que estava à frente, mas depois como o traçado tinha muitas retas até ao final, o handicap do nosso carro, que está limitado a 135 km/h de velocidade de ponta, não permitiu que nos batêssemos de igual para igual. Ainda assim, fico feliz com o resultado”, apontou o piloto do Can-Am.











