No comunicado o ACP recorda que tentou levar a cabo a prova, mas a conjuntura económica não o permitiu: “Apesar do ACP não se ter poupado a esforços na tentativa de colocar de novo em pé uma competição que recebeu na altura os maiores elogios de todos os participantes, a atual conjuntura económica não permitiu atingir os objetivos estabelecidos, pelo que a organização lamenta os prejuízos que esta decisão possa acarretar aos pilotos inscritos nos respetivos Campeonatos mas, ao tomar esta medida a uma distância considerável do evento, está certa de que as suas consequências poderão ser minimizadas.”, lia-se no comunicado, que acrescenta a vontade do ACP em levar a cabo a prova quando for possível: “O ACP não abandonou a ideia de re-editar esta competição e tudo continuará a fazer de forma a encontrar uma solução financeira que viabilize a realização desta prova com grande impacto nos desportos motorizados a nível nacional e internacional e de enorme retorno para o nosso país.”
Por fim o ACP reitera o empenho na organização das restantes provas de Todo-o-Terreno que constam do seu calendário desportivo para 2012, a Baja Portalegre 500, também inscrita na Taça do Mundo FIA de Ralis TT e na Taça do Mundo de Bajas em Motos, e as 24 Horas TT Vodafone-Vila de Fronteira.












