Carlos ‘Tucha’ Barbosa não podia faltar à chamada da 30ª Edição da Baja de Portalegre, e mesmo tendo terminado em sexto entre os UMM, o importante foi chegar ao fim, até porque correu com o mesmo carro de… 1987: “Como se diz, recordar é viver, por isso vim fazer Portalegre com o carro que corri em 1987. Está tudo igual, mas como o sacrifício compensa, valeu a pena. Foram muitas as peripécias, pois já estamos habituados a andar noutro tipo de carro e com este, tal qual era em 1987, foi mesmo muito difícil. Mas chegámos, que era o nosso objetivo” começou por dizer ‘Tucha’, há quem tinha dado jeito alguma chuva, como há 29 anos: “Faltou um bocadinho de chuva. Em 1987 choveu, e na altura o piso não era tão complicado para as mecânicas como nesta prova. Em piso seco, as mecânicas sofrem muito” disse, projetando já o futuro: “Descobri o meu carro novo de Espanha, já está a ser remontado, e no próximo Portalegre ou antes em Reguengos, vamos ter que o ‘batizar’ na mesma”, concluiu.










