O Rali da Grécia marcou a segunda aparição de Robert Kubica no WRC. Sete semanas depois do Rali de Portugal, o polaco chegou à vitória na WRC2, com mais de dois minutos de avanço para o resto do pelotão.
Ainda assim, pelo meio, Kubica, ciente da vantagem que já tinha, alterou a sua pilotagem para uma abordagem mais cautelosa, controlando o ritmo nos duros troços de terra rochosa, para conquistar a vitória face a Yuriy Protasov.
“O Robert (Kubica) já tinha mostrado em terra e no asfalto que tem ritmo genuíno para os ralis, mas ele ainda precisava aprender sobre disciplina e controlo. Ele realizou uma grande corrida, incluindo a etapa final, quando conseguiu gerir a sua liderança. Tenho a sensação de que isso pode ter sido um ponto de viragem para ele. Certamente é um bom presságio em termos dos nossos objetivos comuns, que passam por chegar ao título na WRC2”. referiu Yves Matton, director da Citroën Racing
“Há muitas coisas ainda para aprender, mas este rali foi certamente uma grande aprendizagem e uma prova muito produtiva. Mesmo guiando devagar, ainda é fácil de cometer erros, especialmente nestas condições difíceis. Agora estou ansioso pelo Rali da Sardenha, onde posso colocar em prática tudo o que aprendi neste fim de semana”, referiu Kubica. Sendo o título o objectivo, para já Kubica está em sexto na geral no WRC2, com 33 pontos em apenas duas provas, enquanto o líder, Abdulaziz al-Kuwari tem 75 pontos em cinco ralis.












