No último Rali da Austrália assistiu-se à luta pelo terceiro posto entre Andreas Mikkelsen e Kris Meeke, com a disputa ‘sofrer’ a intervenção da organização, quando, na 14ª classificativa, o britânico foi penalizado em 1m01s por atalhar caminho.
Até aqui, nada de anormal, não fosse o facto de Mikkelsen ter alegadamente feito exatamente o mesmo na Rali da Polónia e, na altura, ter sofrido ‘apenas’ um reprimenda de exclusão, caso repetisse o feito, e ter sido multado em 5000 mil euros, não sendo penalizado em termos de tempo.
Sobre esta questão, Yves Matton, diretor da Citroën Racing, acredita que Meeke poderia ter terminado no pódio, não fosse a penalização. “Não tenho que comentar a penalização do Kris, exceto que, em situações similares, o facto de as decisões (da organização) não serem coerentes. Mas é assim. Não há nada mais que possamos fazer. Só espero que se isto acontecer novamente tenhamos mais coerência nas decisões.”
“Se retirarmos a penalização, e olharmos para os tempos que ele fez, penso que seria possível para o Kris terminar a algo como 30 a 35 segundos da vitória, e com a experiência que ele tem, claro que teria uma ótima performance”, concluiu Yves Matton.








