Thierry Neuville ‘ganhou’ a luta interna que teve em 2022 com Ott Tanak, perdendo a desportiva, mas este ano as suas responsabilidades voltam a crescer no seio da equipa, pois em teoria é o único piloto com condições de lutar mais assiduamente na frente das provas, e o que terá mais responsabilidade de o fazer na Hyundai. Foi vice-campeão do WRC entre 2016 e 2019, mas a subida de qualidade do plantel do WRC, e o facto da Toyota ter estado melhor, atiraram-no um bom bocado mais para baixo, e é daí que pretende sair este ano. Não vai ter vida fácil, mas acredita-se que com um Hyundai num estado competitivo ‘normal’, acredita-se que Neuville pode vencer várias vezes e lutar pelo título.
Mas essa é a teoria, vamos ver o que nos reserva a prática.
O ano passado, especialmente a primeira metade não serve de exemplo, e na segunda, conseguiu equilibrar mais a balança com Tanak, na fase final da época, embora tenha ‘perdido’ essa luta para o estónio. É hoje em dia o mais experiente piloto do WRC, e terá este ano a última oportunidade de provar se tem ou não fibra de Campeão. Fica o benefício da dúvida: “O desafio deste ano é muito semelhante ao das épocas anteriores; a competição vai ser novamente muito dura, mas após uma segunda metade competitiva de 2022 para nós, penso que podemos esperar uma luta mais equilibrada em 2023.
O objetivo permanece inalterado: ganhar ambos os campeonatos. Os fabricantes” é muito importante para a Hyundai Motorsport, e o título de pilotos é um objetivo pelo qual tenho lutado. Penso que temos condições para lutar na frente em cada ronda.
Começamos do zero, mas o nosso desempenho na última ronda da época anterior ajudou certamente à motivação da equipa. Não foi apenas uma vitória, mas um 1-2 final, e o ‘bloqueio’ do pódio na Grécia foi outro ponto alto.
Isto foi um bom impulso para nós, especialmente para os membros da equipa que trabalharam tão arduamente, para nos levar onde estamos hoje com o Hyundai i20 N Rally1 Hybrid”.












