Thierry Neuville revelou que se sentiu “impotente” em certos pontos durante o Rali de Monte-Carlo. O piloto belga terminou em terceiro lugar na prova de abertura da temporada, atrás de Sébastien Ogier e Kalle Rovanperä, pilotos da Toyota Gazoo Racing.
Apesar de admitir que “não podia fazer mais”, Neuville só conseguiu vencer dois troços. Dani Sordo e Esapekka Lappi terminaram em sétimo e oitavo lugar na geral, e também eles nunca conseguiram a ligação que precisavam ao carro: “em termos globais penso que devemos estar satisfeitos com o resultado final, porque vimos muito cedo no rali que não iríamos conseguir seguir o ritmo dos outros. Apesar de tentarmos, nunca fomos realmente capazes de ter velocidade suficiente, ficávamos sempre com apenas alguns segundos de atraso, perdendo constantemente tempo”.
No que foi um dos mais secos Rallye Monte-Carlo dos últimos tempos, Neuville atribuiu parte das suas ‘lutas’ ao forte desgaste dos pneus: “Tivemos tanto desgaste de pneus em comparação com os outros durante todo o fim-de-semana e estamos a perder velocidade”, explicou Neuville. “Mesmo que estejamos a correr riscos nalguns pontos, não conseguimos igualar os outros”.
“Não esperávamos que as condições [fossem] tão secas e preparámos mais para [um normal] Monte-Carlo, onde se vai para cenários em que o carro deve estar mais macio. No final, não resultou. Por vezes sentia-me um pouco impotente”.
Olhando em frente, Neuville e a sua equipa irão agora concentrar-se na preparação para a próxima ronda do WRC, na Suécia, onde se espera que a posição na estrada seja crucial. Com Ogier de fora, a prova baseada em Umeå, Neuville vai para a estrada em segundo atrás de Rovanperä.










