Thierry Neuville e Martijn Wydaeghe concluíram o Rallye Monte-Carlo na quinta posição, garantindo dez pontos para a Hyundai no arranque do Mundial de Ralis. A dupla belga não teve andamento para mais, pois com condições como as vividas em Monte Carlo, os Hyundai são bem mais ‘difíceis’ que os Toyota, pelo que as posições dos homens da Hyundai acabaram por ser naturais
Liderança inicial comprometida por erro na sexta-feira
Fazendo um filme da prova, Neuville comandou o desempenho da Hyundai nas primeiras especiais de sexta-feira, conquistando tempos entre os três melhores nas SS4 e SS6. O dia corria de forma fluida até ao arranque da classificativa final, quando a dupla deslizou para uma vala, caindo da quarta para a quinta posição da geral. E só de lá saíram com ajuda do público.
Consistência no sábado e batalha no último dia
No sábado, apesar de uma ligeira saída na SS12, Neuville demonstrou regularidade que permitiu manter o quinto posto. A determinação revelou-se especialmente nas quatro últimas especiais do fim de semana, disputadas sob piso lamacento, gelo negro e neve. O domingo trouxe novo revés com um furo e outra saída na SS15, mas a dupla conseguiu chegar ao fim da prova, assegurando o resultado final.
Condições tornaram Monte-Carlo “o mais difícil” da carreira
Neuville classificou esta edição como o Rallye Monte-Carlo mais difícil que enfrentou. “Para mim pessoalmente, foi o Monte-Carlo mais exigente em termos de condições: vimos um pouco de tudo. Ao longo dos quatro dias esteve sempre gelado, mas a falta de confiança no carro tornou tudo muito mais difícil do que poderia ser. Perdi o controlo várias vezes”, afirmou o piloto belga.
“Não foi um fim de semana agradável e terminou em deceção para nós, embora tenhamos feito algumas melhorias ao longo dos quatro dias. Se conseguir a confiança no carro e o funcionamento correto com os pneus, poderemos aproximarmo-nos muito mais do que estamos presentemente”, concluiu Neuville.










