Tommi Mäkinen e Sébastien Ogier não entendem a razão pela qual o WRC só conseguiu datas para o seu reinício em setembro. Ao contrário do que sucedeu com outras competições, por exemplo a F1, onde se conseguiu um calendário de 17 corridas, as nuances dos ralis são bem mais complicadas, já que se trata de eventos em estradas abertas, ao invés das pistas que são por inerência (basta fechar as portas) espaços fechados: “gostava de ter tido provas mais cedo. Acho que podíamos ter feito ralis em julho e agosto. Penso que a Finlândia poderia ter sido um local seguro para fazer um evento, mas não quiseram. Basicamente, perdemos um mês e agora estamos à espera da segunda vaga de coronavírus”, disse Tommi Mäkinen ao Dirtfish, revelando ainda que o WRC não recomeçou com o Rally Liepaja porque havia equipas que não estavam dispostas a competir na Letónia: “Houve outras equipas que disseram não estar prontas para reiniciar a WRC”.
Sébastien Ogier afina pelo mesmo diapasão: “Devíamos ter começado mais cedo. É para mim triste ver que fomos, mais ou menos, os últimos a recomeçar e não utilizámos o facto da situação estar de facto, bastante bem e sob controlo este verão. Não tenho todos os factos à minha disposição, mas era o trabalho de algumas pessoas tentar fazer com que isso acontecesse. Obviamente não aconteceu e isso é dececionante. Ver provas regionais, ou ERC a acontecer, e nós, um Mundial, parado. Mas é assim que as coisas são, não há nada que possa fazer”, disse. Ogier.











