WRC: Sébastien Ogier lidera Rali da Sardenha
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Foi um dia (quase) sempre a subir para Sébastien Ogier/Vincent Landais (Toyota Gr Yaris Rally1).
Depois de terem entrado a vencer logo no primeiro troço do rali, a dupla francesa foi cautelosa na segunda especial, em que perderam 10.2s e a liderança do rali, mas passaram incólumes num troço – a PEC2/5 – que entre a manhã e a tarde ‘caçou’ só, Josh Mcerlean/Eoin Treacy (Ford Puma Rally1), que perderam uma roda ao Km 8.9s, Martins Sesks/Francis Renars (Ford Puma Rally1) que capotaram numa zona de alta velocidade ao Km 3.9, Grégoire Munster/Louis Louka (Ford Puma Rally1) que deram um toque e desistiram na ligação seguinte com danos irreparáveis na suspensão, e de tarde, Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai I20 N Rally1), que lideraram a prova, mas perderam uma roda e abandonaram o dia.
Ogier, que andou sempre perto da frente, mesmo quando esteve atrás de três Hyundai, no final da PEC4, atacou no último troço do dia, a segunda passagem pela especial mais longa da prova, ganhou 6.7s a Adrien Fourmaux/Alexandre Coria (Hyundai I20 N Rally1) e com isso assumiram a liderança da prova com 2.1s sobre o compatriota da Hyundai.
Formaux começou a tarde a cometer um pequeno erro, recuperou a liderança com o abandono de Neuville na PEC5, mas perdeu novamente no fim do dia para Ogier. Está na luta e com tudo em aberto para alcançar o seu primeiro triunfo no WRC. Assim Ogier e Tanak ‘permitam’…
Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai I20 N Rally1) voltaram a ter um carro com que o piloto não está completamente à vontade, mas fizeram o suficiente para se manterem na luta, mas só nas duas passagens pelo troço mais longo, PEC3/6 Sa Conchedda – 27.95 km perderam 22.7s para os mais rápidos, precisamente os dois pilotos que estão à sua frente. Por isso, terminarem o dia a 7.3s do líder, não é nada mau.
Já se calculava que Sami Pajari/Marko Salminen (Toyota Gr Yaris Rally1) pudessem aproveitar bem a ordem na estrada e fizeram-no bem, terminando o dia na quarta posição, a 16.8s da frente. Para colocar o que ‘importa’ a ordem na estrada, Kalle Rovanperä/Jonne Halttunen (Toyota Gr Yaris Rally1) que foram segundos a partir para os troços são quintos 6.0s atrás de Pajari mas Elfyn Evans/Scott Martin (Toyota Gr Yaris Rally1), a dupla que abriu a estrada, perderam 1m09.8s.
Depois do capotanço na PEC5, Takamoto Katsuta/Aaron Johnston ( Toyota Gr Yaris Rally1) terminaram o dia a quase dois minutos e meio da frente, no sétimo lugar. Como referimos, os três Ford ‘desapareceram’ da classificação na PEC2. Josh McErlean e Martins Sesks, ficaram logo no troço, e até estavam a andar bem, mas o irlandês embateu numa berma e danificou a suspensão, Martins Sesks capotou violentamente numa zona de alta velocidade. Pouco antes, deixou a traseira tocar ligeiramente numa barreira e isso catapultou o carro que se desviou um pouco da trajetória e capotou várias vezes, ficando muito destruído.
Artes disso, Grégoire Munster já tinha também danificado a suspensão traseira do seu Ford Puma Rally1, ainda saiu do troço a ‘coxear’, mas desistiu na ligação, pois não era possível reparar com o material e tempo disponível que tinham. Para Richard Millener, chefe de equipa: tinha acabado de sair para uma reunião, pouco depois viu no telefone que McErlean estava parado, assim que se sentou, Sesks tinha capotado e pouco depois percebeu que Munster não ia a lado nenhum: “foram dois minutos agitados”, disse na Rally.TV: “É frustrante e dececionante, com todo o esforço de toda a equipa e o trabalho que fazem com os recursos de que dispomos – apenas para estar aqui e ajudar estes jovens a progredir nas suas carreiras”, afirmou Millener. E acontece isto, acrescentamos nós…
Emil Lindholm produziu um dos seus desempenhos mais impressionantes dos últimos tempos para liderar o WRC2, depois de uma extenuante etapa de abertura. O finlandês, ao volante de um Škoda Fabia RS Rally2, venceu quatro das seis especiais de sexta-feira para terminar o dia com 16,3 segundos de vantagem sobre o líder do campeonato Yohan Rossel. É a primeira vez que Lindholm lidera um rali WRC2 desde o Rali da Europa Central em 2023.
Lindholm manteve-se na liderança, cedendo brevemente o primeiro lugar a Rossel após a PEC2, antes de recuperar rapidamente o controlo. A partir daí, foi aumentando a sua margem enquanto os outros vacilavam.
Rossel, o primeiro dos Rally2 nos troços, enfrentou a tarefa nada invejável de varrer a estrada. O piloto do Citroën C3 Rally2 admitiu que “não estava a gostar” da experiência e ainda poderia receber uma correção de tempo dos Comissários Desportivos depois de perder terreno no pó de Jourdan Serderidis, que capotou o seu carro de Rally1 na SS5. O veterano checo Martin Prokop – à partida do seu 20º Rally Italia Sardegna – terminou em terceiro lugar da geral e lidera a categoria Challenger do WRC2. O antigo piloto de topo, a pilotar um Škoda, está a 20,8 segundos de Rossel e a apenas 1,7 segundos do seu colega Lauri Joona, em quarto.
O quinto classificado é Kajetan Kajetanowicz, que lutou contra problemas de travões a bordo do seu Toyota GR Yaris Rally2 durante a secção da tarde. Robert Virves, da Estónia, é sexto, com Uğur Soylu, da Turquia, a liderar os corredores da WRC Masters Cup. As exigentes etapas da Sardenha afectaram vários nomes importantes. Alejandro Cachón, Mikko Heikkilä e Roope Korhonen saíram todos da estrada e foram forçados a abandonar.
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