Com quatro provas pela frente – mesmo que o Rali do Japão seja cancelado, deverá ser substituído pelo Rali do Monza – a margem pontual que sébastien Ogier detém na frente do campeonato face a Elfyn Evans e Thierry Neuville, que estão agora empatados a 124 pontos, a 38 do francês, deixa prever que só com uma enorme hecatombe Ogier perde o título. Em 120 pontos possível, perder 38 parece demais. Só mesmo um abandono e os seus adversários capitalizarem pode mudar as coisas, mas a forma como se viu Ogier correr na Bélgica indicia que dificilmente o vamos ver arriscar muito daqui para a frente, pois já entrou em modo gestão. Mesmo que um único piloto vencesse as quatro provas e todas as PowerStage, bastavam segundos lugares a Ogier e um punhado de pontos nas PowerStage.
Se houver alternância de triunfos, ainda mais difícil é haver um campeão que não Ogier, mas se existir algum domínio, por exemplo de Thierry Neuville com Elfyn Evans e Ott Tanak, para já não falar em Kalle Rovanpera, a intrometerem-se pelo meio, então aí sim, Ogier terá de dar um pouco mais “ao pedal”.
Seja como for, pela primeira vez desde o Rali de Portugal, há três meses, Evans ficou na frente de Ogier. Neuville, sim, sem alguns dos azares que teve, estava bem mais na luta.
Por isso, neste momento a ‘aposta segura’ é Ogier, mas ainda é cedo para garantias.












