Sebastien Ogier deu uma entrevista ao jornal francês Le Figaro. O campeão do mundo falou da sua passagem pela M-Sport.
“Com a M-Sport nós sofremos. Éramos a equipa com menos meios e com o carro menos eficiente entre os nossos rivais. Trabalhámos como os outros, mas com menos meios. Com o decorrer da temporada, existiram mudanças, ganhos em performance, e nós não conseguimos acompanhar. Apesar de tudo, nós fizemos tudo o que podíamos. Do lado humano, foi uma aventura extraordinária, com o Malcolm Wilson a ser um grande patrão de uma grande família”.
Ogier falou também do reconhecimento em França.
“Nós vivemos numa altura extraordinária, com 15 títulos consecutivos ganhos por pilotos franceses [N. D. R.: nove Loeb e seis Ogier] e sinto que existe a tendência para relativizar isso. É uma pena, porque um domínio francês deste tipo é raro”.
Por fim, o campeão do mundo falou da sua mudança para a Citroën.
“Sinto que existe muita motivação, com o novo diretor de equipa (Pierre Budar), o que não era o caso com o Yves Matton, que esteve antes no cargo. Existe um potencial real neste carro. Assinar por um ano com a Citroën seria pouco, dois anos é o mínimo para fazer as coisas bem. Este vai ser o meu último contrato”, terminou o piloto.
Martin Holmes









