Sébastien Loeb rodou pela primeira vez com um World Rally Car em pisos de terra desde o Rali da Argentina de 2013, e deverá hoje decidir se regressa ao WRC em ‘part time’ ou não: “O feeling foi bom e surgiu bem depressa. Senti-me confortável no carro, mas quanto a saber mais é difícil pois não tenho qualquer referência dos outros carros” começou por dizer Loeb ao Autosport inglês, referindo-se também ao grande problema do carro, a traseira instável: “Nas zonas mais sinuosas o carro é fácil de guiar, mas nas rápidas é difícil encontrar a aderência certa na traseira, mas tirando isso, tudo OK. Estamos precisamente numa fase em que procuramos mais aderência atrás, estamos a ver diferentes soluções. Globalmente, não é mau” disse Loeb, que quanto ao futuro, diz que nada está decidido, devendo ainda hoje haver mais notícias.
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Com ele a Citroen terá realmente mais condições de voltar ao topo ? Talvez.
Apesar dos anos já se fazerem sentir,isso é inevitável.
Quem é bom piloto, continua ser, embora possa perder algumas décimas por km, tem uma experiência que faz lutar por pódios, com menor dificuldade e desgaste, e isso é só para alguns.
Mesmo assim, tudo o contribua para a competição e o espectáculo, é sempre bem vindo e aplaudido.
Para quem se decidiu retirar, quando a concorrência do Ogier começou a “apertar”, mesmo sendo o piloto nº1 da marca dominante (até aí) [atenção eu acho isto uma boa gestão de carreira, não deve ser visto só como crítica]. Não me parece que ele se vá meter no maior charuto do WRC2017 para estragar a imagem que deixou.