Esta é a primeira vez que vemos os Rally1 híbridos a competir a esta altitude. Os troços realizam-se nas montanhas a uma altitude média de 2.700 metros. Sendo verdade que o sistema híbrido compensa um pouco a perda de potência dos motores que é de cerca de 20%, a verdade é que o sistema híbrido só está disponível a espaços: “é um benefício apenas por um curto período de tempo, só se obtém a potência extra e só se sente por um tempo muito curto. Logicamente, é bom quando se tem, mas aqui dava jeito ter por muito mais tempo. Ainda assim, é importante tentar gerir o melhor que pudermos e tê-lo activo o mais possível”, disse Tanak. Na verdade, esta é das provas em que uma boa utilização da potência híbrida pode fazer grande diferença, pois esta atua num contexto em que os motores são 20% menos potentes.











