Yohan Rossel/Valentin Sarreaud (Citroën C3 Rally2) foram os vencedores WRC2 Open depois de Teemu Suninen, que liderava com grande vantagem, se despistar no último troço.
Yohan, foi uma maneira ‘louca’ de ganhar um rali. Um triunfo renhido que acabou por ser especial para ti?
“Não foi um rali fácil. Quando digo que penso que foi uma pena para ele (Teemu) estou a ser honesto, e também lamento pela Hyundai, mas, para nós e para o campeonato, foi bom, claro. O segundo lugar não é um mau resultado, mas uma vitória é sempre melhor. Honestamente, foi perfeito, mas estou um pouco surpreendido por ter ganho. Agradeço à minha equipa e à minha federação por todo o apoio.”
Sabemos que tens um grande andamento no asfalto. Ficaste satisfeito com o teu ritmo em terra?
“Passa-se o mesmo do que com o asfalto, porque tenho a mesma experiência. No início da minha carreira, andava em asfalto e tive a oportunidade de conduzir muito neste piso, mas conheço muito bem os pisos de terra. Este ano, em Portugal, não tivemos condições nada fáceis. Precisámos de trabalhar um pouco no carro para a segunda passagem, mas é o mesmo para todos.”.
Agora que lideras o WRC2, tens adversários muito rápidos como o Andreas Mikkelsen e Teemu Suninen. Achas que terás uma oportunidade de lutar pelo título?
“Claro, tenho um construtor atrás de mim, uma boa equipa e ainda a federação. Penso que é esse o objetivo. O carro funcionou muito bem e, no alcatrão, é muito forte.
Na terra, ainda precisamos de trabalhar.”












