Não era uma especial para atacar e, por isso, quem não tinha nada a perder destacou-se. Ott Tänak/Martin Järveoja (Ford Puma Rally1) venceram a PE18, Cabeceiras de Basto (22,01 km) mesmo sem sistema híbrido a funcionar, o que mostra o tipo de gestão que foi feita pelos homens da frente.
Tanak fez o tempo de 13:48.5, ficando à frente de Daniel Sordo/Candido Carrera (Hyundai i20 N Rally1) que ganhou algum tempo a Kalle Rovanperä/Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1), atrás de Takamoto Katsuta/Aaron Johnston (Toyota GR Yaris Rally1) e Esapekka Lappi/Janne Ferm (Hyundai i20 N Rally1). Para se ter uma noção do ritmo colocado pelos homens dos Rally1, Oliver Solberg / E. Edmondson (Škoda Fabia RS Rally2) conseguiu fazer um tempo melhor que Lappi e Rovanperä.
E é mesmo nos WRC2 que a Power Stage vai ser animada. Solberg está ao ataque e tirou quase sete segundos ao líder do rali nesta categoria, Gus Greensmith / Jonas Andersson (Škoda Fabia RS Rally2), que está com problemas na sua direção assistida. Solberg tem um atraso de 8.7 segunds para Greensmith e terá de atacar com tudo na Power Stage para tentar a vitória. Andreas Mikkelsen / T. Eriksen (Škoda Fabia RS Rally2) seguem em terceiro e sem percalços, têm o pódio garantido.
Nas contas do WRC, Rovanperä vai para a Power Stage com 47,8 segundos de vantagem para Sordo, que por sua vez tem 30 segundos de vantagem para Lappi. Em condições normais, o pódio está definido e resta ver quem consegue ganhar mais pontos na última especial, sendo que Thierry Neuville não passa de terceira e tem-se arrastado pelos últimos troços, sem potência no seu Hyundai.










