Andreas Mikkelsen estreia-se neste Rali de Monte Carlo com os Rally1. A última vez que o norueguês tinha guiado um WRC foi na Grã-Bretanha em 2019, há cinco anos, pelo que os Rally1 são algo completamente diferente, sendo perfeitamente natural que esteja ainda em fase de adaptação. É possível que, ainda durante esta prova, esse papel se inverta face a Grégoire Munster, mas já quanto a Adrien Fourmaux é diferente, e ainda menos a Takamoto Katsuta. É um ‘caminho’ que Mikkelsen tem de percorrer: “está a correr cada vez melhor, entrei com muita calma, sem atacar, até porque as condições eram complicadas esta manhã, devem ser agora de tarde mais previsíveis. Estou a gostar, é um carro muito rápido, é muito diferente, e estou a levar as coisas a passo e passo este fim de semana” começou por dizer Mikkelsen.
Quando esta categoria surgiu no início de 2022, era igual para todos, os pilotos tiveram que se adaptar à nova realidade e Mikkelsen esteve os últimos quatro anos com a Skoda a correr de Rally2: “Este carro é completamente diferente de tudo o que guiei, tenho de levar o meu tempo, e usar este rali da melhor forma possível, pois não quero acabar na floresta e usar o próximo rali para me habituar ao carro. Preciso de aprender o carro durante este evento, e tentar ser ‘performante’ nos próximos eventos”, disse Andreas Mikkelsen.
Comparando a sua prestação com Gregoire Munster, piloto da Ford, terminaram o primeiro troço separados por 2.5s favoráveis ao homem da M-Sport, 2.8s no segundo (na classificação geral). No terceiro troço, o primeiro de hoje, Munster perdeu um minuto ao sair de estrada na zona de gelo, mas no quarto Munster ‘deu’ 4.9s a Mikkelsen e na PE5 mais 1.9s. Como se sabe esta é a terceira prova de Munster com um Rally1, depois dos ralis do Chile e Europa Central, e ao jovem luxemburguês bastou essa experiência para agora conseguir fazer melhores tempos que um piloto super experiente como Mikkelsen…exceto nos Rally1.











