O toque que danificou o carter na Grã-Bretanha e o furo que Ott Tanak sofreu na Catalunha ‘roubaram-lhe’ duas vitórias quase certas. Está com um andamento a ‘milhas’ da concorrência, um super-Toyota, mas não chega ao título – quase só por milagre, leia-se, vencer na Austrália e Ogier e Neuville desistirem ambos – devido a um misto de culpa e azar. É sempre fácil atribuir culpas num furo, mas todos os pilotos fazem o mesmo. Uns, por vezes, furam, outros ‘safam-se’. A sorte também tem alguma importância nos ralis: “Foi um fim de semana difícil. Começou bem, mas depois tivemos um furo e perdemos muito tempo. Por outro lado, fizemos tudo que podíamos. Vamos ver o que acontece agora. No campeonato de pilotos não há muito que possamos fazer agora, mas também estamos a lutar pelo campeonato de construtores. Na Power Stage não tinha nada a perder, precisávamos terminar o rali, mas ataquei muito, já que era minha única chance de permanecer matematicamente na luta pelo campeonato. Eu fiz tudo que pude e não vamos desistir”.










