Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai I20 N Rally1 Hybrid) tiveram um rali muito apagado, mas curiosamente foram a segunda equipa mais pontuada da prova. É a ‘beleza’ do novo sistema de pontos que permite a quem tem azares ou uma prova menos boa, usar a estratégia para pontuar melhor. O que não é mau e ajuda o campeonato a ser mais competitivo.
O estónio continua a não se conseguir entender a 100% com o carro e quando as coisas não estão bem, baixa muito os braços. Foi quarto no Monte Carlo, 41º na Suécia, depois de ‘cair’ para um banco de neve, oitavo no Safari, e agora novamente quarto na Croácia, tardando a andar o que se sabe ser capaz.
Tendo em conta que Neuville está na frente do campeonato, a margem começa a ser significativa.
No primeiro dia, terminou a 41,1 segundos da liderança, em quarto lugar na geral. Depois de ter notado que o seu Hyundai estava “nervoso” de manhã, o estónio teve uma tarde mais consistente e superou o Ford Puma M-Sport de Adrien Fourmaux por 11,6 segundos.
No segundo dia, terminou em quarto, mais de um minuto mais atrás de Ogier. Definitivamente, não se entende bem com o carro no asfalto, tal como ficou claramente provado com os resultados do monte Carlo e da Croácia. Talvez na terra de Portugal e nas próximas provas vejamos o ‘verdadeiro’ Tanak, porque até aqui ainda não apareceu: “É incrível terminar como a segunda equipa mais pontuada.
O nosso fim de semana foi mais uma vez difícil; partimos de um mau lugar e perdi algum tempo no início. Recuperámos um pouco na sexta-feira à tarde e, no sábado, tentámos fazer algumas experiências para tentar maximizar a nossa posição na estrada, o que também foi complicado.
Estávamos sempre um pouco mais atrás para conseguirmos ter estrada boa o suficiente, por isso foi um desafio constante, mas conseguimos conquistar alguns bons pontos. Espero ter melhores sensações na terra em Portugal e ser mais competitivo, pois o objetivo será começar a recuperar alguns pontos”, disse Tanak.









