Deverá ser algo comum a todas as equipas, é provável, tal como aconteceu com os WRC 2017/2021, que a dado momento comecem a surgir carros nas mãos de privados, mas se olharmos para o que foi dito acerca de ano e meio por Yves Matton, quando se falou de custos, esta é novamente uma questão que ficou a meio caminho.
Quando perguntámos a Jari-Matti Latvala se os novos carros vão ficar mais baratos que os WRC 2017/21, o finlandês acha que não: “Penso que não. É certo que há menos tecnologia nos Rally1, menos aerodinâmica, não têm diferencial central, mas por outro lado é um chassis tubular, tem unidades híbridas, o desenvolvimento foi caro, portanto não me parece que o nível de valores vá realmente mudar.”
Já se sabia, foi dado um passo atrás em termos tecnológicos com estes carros, que deixaram de ter diferencial central, as caixas passaram novamente a ter cinco velocidades, a aerodinâmica é menos agressiva, mas há a parte híbrida e mesmo sem isso estes carros seriam muito mais evoluídos que os WRC de 2004, 2005 e 2006.
Matton achava que era possível chegar a um custo que ronda o meio milhão de euros, o que equivaleria a uma redução de 40% face aos atuais, mas não é isso que acontece, ainda que esteja muito longe o momento das equipas venderem carros Rally1 a privados.
Convém no entanto nunca esquecer que não há grandes avanços tecnológicos sem que se vá aos limites da experimentação no WRC e isso há-de sempre custar muito dinheiro.
Veja-se o que são os Rally2 hoje em dia quando comparados com os primeiros de 2013.










