O irlandês Josh McErlean saiu do quase anonimato no Campeonato do Mundo de Ralis com um sorriso estampado no rosto, após um bom desempenho no Rallye Monte-Carlo naquela que foi a sua estreia nos Rally1.
Ao volante do Ford Puma Rally1, o jovem de 25 anos conquistou um sólido sétimo lugar, enfrentando condições traiçoeiras e um cenário repleto de novidades. Com um novo carro, nova equipa, novo copiloto – Eoin Treacy – e os estreantes pneus Hankook, McErlean soube manter a calma e tirar o máximo de aprendizagem da experiência.
“Sétimo na geral no Rallye Monte-Carlo! Que forma incrível de começar esta jornada no Rally1,” celebrou McErlean. “Foi um enorme desafio, mas mantivemos a cabeça fria, fizemos o nosso trabalho e aprendemos a cada troço. As condições foram exigentes, mas a sensação foi fantástica.”
O piloto da Motorsport Ireland Academy não poupou elogios a Treacy, que enfrentou um desafio ainda maior. Aos 26 anos, o navegador estreou-se na categoria principal com apenas duas provas anteriores no WRC: “Provavelmente, foi um salto maior para o Eoin do que para mim,” reconheceu McErlean. “Ele entrou nisto muito tarde, mas fez um trabalho incrível ao longo do fim de semana. Já completámos um rali juntos, fizemos reconhecimentos, e só podemos evoluir daqui para a frente.”
Agora, os olhos estão postos no Rali da Suécia (13-16 de fevereiro), onde McErlean espera um evento mais previsível. Antes disso, um teste na Finlândia ajudará a adaptar-se melhor ao gelo e à neve: “Monte-Carlo foi uma experiência intensa, com muita informação a chegar das equipas de itinerário e meteorologia. Na Suécia, tudo será mais direto – um rali puro de neve, sem tantas variáveis,” explicou. “Já competimos lá em 2022 e temos experiência de condução no gelo, mas um Rally1 é um mundo completamente diferente de um Tuthill Porsche. Vamos ver como corre!”










