Jari-Matti Latvala está confiante no trabalho feito pela Toyota pré-arranque da nova era híbrida do WRC que entende ser uma mudança: “como a dos Grupos B para os Grupos A em 1987”, embora admita que há grandes diferenças: “é claro que a velocidade dos carros na altura caiu muito, o que está longe de acontecer agora. Em termos de performance são um pouco mais lentos, mas não muito”, disse.
No entanto, as dúvidas mantêm-se a outros nível já que “há muita coisa que não sabemos, por exemplo como os pilotos se vão habituar aos carros, não sabemos como o sistema híbrido vai trabalhar, esperemos que seja positivo mas nunca se sabe”, disse.
Por fim, e quando foi questionado sobre a área em que a Toyota Gazoo Racing deu mais atenção, a resposta é clara:
“A parte mais importante é que tenhamos a parte híbrida a funcionar como deve ser, os sistemas estão bem e o software também, essa é a área em que nos concentramos mais, do resto na parte técnica parece-me que temos boa experiência das transmissões, motores, a parte híbrida é a área em que nós temos menos experiência e que por isso colocámos mais atenção nisso. Em termos de performance neste aspecto devemos estar no nível certo, portanto a parte híbrida e o software são as que colocámos mais esforço, e a segurança do chassis, também”, concluiu.









