Elfyn Evans teve o ‘azar’ de passar a ser o primeiro na estrada quando à entrada para a PEC6, Thierry Neuville parou na estrada com um alegado problema no carro. Perderam quatro minutos, o que equivaleu a quarenta segundos de penalização, mas com isso Evans passou a ser o primeiro na estrada e com isso Evans passou de estar, no final da PEC5, Evans a 26.7s de Lappi, passados dois troços em que abriu a estrada, ficou a 1m44.9s: “Tem sido muito, muito difícil, obviamente. Muita neve e pedras soltas. Não, no topo e a abrir a estrada em três das últimas quatro especiais, não tem sido fácil” começou por dizer Evans que foi questionado se houve ‘jogo sujo’ por parte de Thierry Neuville: “Não sei, não sei. Não tenho a certeza. Mas se isso foi intencional, então eles precisam de uma nova estratégia. É uma grande diferença ser segundo na estrada. Quando as condições são extremas, mas, sabem, eles perderam 40 segundos para o fazer (penalizaram quatro minutos) e ganharam 20 logo a seguir. Quando estávamos na estrada, a quantidade de neve que caiu em cinco ou seis horas foi incrível, foi enorme. Era quase como uma aquaplanagem, a melhor forma de descrever a sensação, um pouco como estar no Japão e toda aquela água parada, onde não se sabe para onde o carro vai a seguir. A queda de neve intensa, bem como o troço à noite, levou a que a visibilidade fosse praticamente nula em alguns dos locais mais rápidos, como se as luzes refletissem a neve diretamente para trás. Só usámos duas das seis lâmpadas.”









