A FIA continua na sua demanda pela segurança no desporto motorizado e decidiu aliar-se à Siemens. LEIA AQUI PARA SABER MAIS
Para já, o mundial de ralis é a escolha. A FIA procura resolver alguns maus posicionamentos de espetadores em especiais.
Stuart Robertson, chefe de segurança da FIA nos circuitos e nos ralis, afirmou em conferência no Salão Automóvel de Genebra o uso de câmaras, localizadores ou até drones para a segurança nos ralis: “Nós queremos usar as câmaras a bordo dos carros. Vamos colocá-las a trabalhar no reconhecimento de imagem, para ver se existe diferença quando o carro de segurança passa e depois o primeiro carro de rali. Com isto, queremos detetar espetadores em áreas perigosas. Muitas vezes quando o carro de segurança passa eles estão bem colocados, depois vêm os carros de rali e eles já estão em situação perigosa.”
A FIA também pensou em utilizar a localização dos smartphones, através das aplicações utilizadas para seguir uma corrida, drones ou até outros sensores para seguir os movimentos dos espetadores. Robertson compara isto aos carros autónomos que são programados para parar quando avistam algum perigo na estrada:
“Se um peão sai do passeio, um carro autónomo pára imediatamente. Não precisamos que os carros de rali parem automaticamente, mas precisamos de saber se há algum problema com os espetadores. A partir destes métodos poderíamos avisar o comissário presente na zona através de mensagem ou localização GPS. Em último recurso, poderíamos criar uma “zona lenta” para os carros até o problema estar resolvido”.












