Elfyn Evans e Scott Martin há muito tem de ser considerado como favorito em todos os ralis do Mundial, embora se saiba que a sua dose de favoritismo pode variar por vários fatores
No Rali de Monte Carlo, um furo retirou-o das lutas mais à frente, ams o ritmo esteve sempre lá e depois de uma temporada em que não conseguiu vencer um único rali pela primeira vez desde que está na Toyota, este ano temos ainda de perceber se as coisas vão ser diferentes. Pelo que fez em Monte Carlo, parece que sim, mas é ainda cedo para o dizer:
“Globalmente, o Rali de Monte-Carlo foi um bom começo de ano, mesmo se o nosso resultado foi dececionante face ao ritmo que tivemos. Agora, a Suécia, é um desafio completamente diferente. Mesmo com a neve e o gelo, continua a ser um dos ralis mais rápidos do calendário e especialmente desde que a base se deslocou um pouco mais para norte no ano passado; penso que os troços são ainda mais rápidos e teremos alguns novos troços este ano que ainda estamos por descobrir. É um rali onde é quase impossível ter um carro sempre perfeito, porque a aderência que se tem pode mudar muito dentro de um troço, mas fomos capazes de trabalhar através de várias opções no nosso teste”, disse Evans. Esta será uma prova fundamental para perceber se já resolveu na totalidade os seus ‘desencontros’ com o Rally1. Se resolveu, é candidato ao título como foi em 2020 e 2021… com o World Rally Car anterior…










