Uma das possibilidade que está em cima da mesa para este arranque de WRC com o Rali de Monte Carlo é que uma equipa, por exemplo, possa surgir com algo que as outras duas não viram, e com isso ganhe uma vantagem grande. Por exemplo, como sucedeu na Fórmula 1 em 2009 com a Brawn GP ou em 2014 com a Mercedes, que tinha uma ‘package’ a começar pelo motor, a ‘milhas’ da concorrência. Será que este caso pode acontecer no WRC? Jari-Matti Latvala entende que não: “penso que é muito improvável, porque todos têm a mesma unidade híbrida. Hoje em dia cada vez mais há peças iguais para todas as equipas (ndr, por uma questão de custos) portanto há muito menos liberdade do que existiu no passado. Por isso acredito que os carros vão estar muito perto uns dos outros, não me parece que vá haver uma diferença grande face aos outros por parte de alguma equipa. Alguma das equipas pode estar um ‘bocadinho’ à frente. Resumindo, carros muito semelhantes em termos de performance e a diferença vai ser feita pelos pilotos que melhor se adaptarem aos novos regulamentos híbridos mais rapidamente”, disse Latvala.








