Como se sabe, não é possível testar no México, os testes só são permitidos na Europa, mas há uma forma de projetar a perda de potência dos motores dos Rally1, como já sucedia com todos os motores de carros de ralis usados no Rali do México desde 2004. Ott Tanak explica como no teste pré-evento e se simulou a estrada em altitude: “O nosso teste foi bastante satisfatório. É um desenvolvimento para o futuro, durante um dia e fizemos um teste para o México, com os mapas de motor. Os engenheiros fizeram baixar a potência do motor projetando as condições daqui. Na Europa, a sensação é sempre um pouco diferente em termos de potência”, disse.
Por exemplo, o troço de El Chocolate sobe até 2.781 metros acima do nível do mar e é o ponto mais alto da época no WRC. A potência dos motores reduz-se entre 20% e 30%.
Menos oxigénio significa uma combustão menos eficiente e quanto menos oxigénio o ar contém, mais difícil é para o turbo trabalhar para produzir a mesma potência.
“a pressão do ar diminui com a altitude, resultando numa redução do teor de oxigénio no ar. Por outro lado, o mesmo acontece com a resistência do ar no turbocompressor, que atinge velocidades mais elevadas do que em qualquer outro rali”, explicou-nos um engenheiro de Motores. Limitar a velocidade da turbina é uma forma dos engenheiros evitarem sobrecarregar o turbo. Mas mesmo com a unidade a girar ao máximo, o motor terá falta de potência.











